Alpha1 Disease

Source:  Alpha1 Disease    Tag:  low alpha 1 antitrypsin
Alpha-1 Antitrypsin Deficiency (Alpha-1) is a condition that is passed from parents to their children through their genes.




This condition may result in serious lung and/or liver disease at various ages in life. For each trait a person inherits, there are usually two genes and one gene comes from each parent. People with Alpha-1 have received two defective alpha-1 antitrypsin genes. One defective gene came from their mother and one from their father.

There are many types of defective alpha-1 antitrypsin genes. The most common abnormal genes are called S and Z. Normal genes are called M. A person who does not have Alpha-1 will have two M genes (MM). People identified with Alpha-1 most commonly have two Z genes (ZZ). Current evidence suggests that about 100,000 people with Alpha-1 (ZZ) in the United States. Another deficient gene combination is SZ, although people with this gene combination are less likely to get lung or liver problems than those with two Z genes.


Alpha-1 occurs when there is a lack of a protein in the blood called alpha-1 antitrypsin or AAT that is produced by the liver. The main function of AAT is to protect the lungs from inflammation caused by infection and inhaled irritants such as tobacco smoke. The low level of AAT in the blood occurs because the AAT is abnormal and cannot be released from the liver at the normal rate. This leads to a build up of abnormal AAT in the liver that can cause liver disease and a decrease of AAT in the blood that can lead to lung disease.



The most common signs and symptoms of disease caused by Alpha-1 are:



-Shortness of breath

-Wheezing

-Chronic cough and sputum (phlegm) production (chronic bronchitis)
-Recurring chest colds
-Eyes and skin turning yellow (jaundice)
-Swelling of the abdomen (ascites) or legs
-Vomiting blood (from enlarged veins in the esophagus or stomach)
-Decreased exercise tolerance
-Non-responsive asthma or year-round allergies
-Unexplained liver problems or elevated liver enzymes
-Bronchiectasis



Alpha-1 has been identified in virtually all populations and ethnic groups. It is estimated that about 1 in every 2,500 Americans have Alpha-1.



Individuals with Alpha-1 may remain healthy throughout their lives. Early diagnosis and avoidance of risk factors, such as cigarette smoking, can help prevent Alpha-1 from causing disease.



An estimated 20 million people have one normal and one defective AAT gene. People with one normal gene and one defective gene (for example MZ) are called “carriers”. Carriers may pass the defective gene on to their children.



Alpha-1 can lead to lung destruction and is often misdiagnosed as asthma or smoking-related Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD).



Alpha-1 can’t be diagnosed by symptoms or by a medical examination; you need to get a blood test to know for sure.



Alpha-1 is the most common known risk factor for emphysema and COPD. About 3% of all people diagnosed with COPD may have undetected Alpha-1.



Alpha-1 can lead to liver disease. The most serious liver diseases are cirrhosis and liver cancer.



Individuals with Alpha 1 ATD produce a slightly different form of Alpha 1 antitrypsin protein in the liver. This also means that it is not carried to other parts of the body so individuals usually, but not always, have low concentrations of Alpha 1 AT in their blood.





The effects of Alpha 1 ATD:




The effects of the deficiency are varied. Alpha 1 ATD can have one of three effects:




1- Some people seem to suffer no ill effects whatsoever

2- Others remain healthy for years but then in their late twenties, or later, develop breathing difficulties due to a condition called emphysema. The disorder can lead to lung damage and early death.

3- Children can develop inflammation of the liver wich can cause liver damage.This inflammation of the liver is called hepatitis but is not infectious. The liver problem usually becomes apparent in the first four months of a baby´s life and may be referred to as neonatal hepatitis. 




Alpha 1 ATD may not cause significant liver problems until the child is older when the following symtoms may be noticed:




-Jaundice

-Ascites: abnormal collection of fluid in the abdomen.

-Portal Hypertension: increased pressure in some internal blood vessels caused by scarring of the liver wich may result in blood being vomited or passed in the stools.
- some of these children have also been found to have an abnormality of the kidneys. This does not usually affect the way the kidneys function but incresases the chance of kidney problems if a liver transplant is required.


What is the likelihood of a child with alpha 1 ATD developing serious problems?



This is very variable. A large study in Sweden showed that aproximately 15% of children had problems with liver disease in infancy. From the follow-up of children with liver disease at major centres we know that of all the babies with liver disease due to alpha 1 ATD:




- 25% had no disease symtoms at the age of 10

- 45% had continuing but variable evidence of liver disease in their blood tests results

-5% needed a liver transplant in the first year of life
- 25% needed a liver transplant at some point in their childwood.


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A deficiência de alfa-1 antitripsina (A1AT) é uma doença hereditária (genética) na qual a proteína conhecida como A1AT é incapaz de ser liberada pelo fígado na corrente sanguínea em quantidades adequadas. Isso causa uma deficiência da proteínaA1AT na circulação.



A A1AT é uma proteína especializada que bloqueia a acção de outras proteínas importantes na inflamação (inchaço) e lesões de tecidos no corpo.



Quando há deficiência da proteína A1AT na circulação, a inflamação de tecidos e as lesões nos tecidos são mais graves, especialmente nos pulmões.

A proteína A1AT deficiente que permanece no fígado pode causar a inflamação hepática (hepatite) e esta pode se tornar em uma cirrose (formação de tecido fibroso permanente no fígado) que, por fim, pode causar uma insuficiência hepática.

A deficiência de A1AT é bastante comum, 1 pessoa em cada grupo de 1.500 a 2.000 são afetadas. O pai e a mãe devem ser “portadores” do defeito genético para que o filho tenha a deficiência de A1AT. Apesar de os pais “portadores” produzirem parcialmente a proteína A1AT anormal, geralmente eles apresentam poucos ou nenhum sintoma, e podem não perceber o problema até que a doença seja diagnosticada no seu filho.

Cerca de 10% dos recém-nascidos com doenças hepáticas são diagnosticados com a deficiência de A1AT.

Recém-nascidos podem desenvolver icterícia  (pele e olhos amarelados) como parte da inflamação do fígado associada à deficiência de A1AT.

Crianças mais velhas e adolescentes podem apresentar uma inflamação prolongada do fígado, causando o surgimento de uma fibrose (cirrose).

As doenças de pulmão costumam se desenvolver na idade adulta. Adultos com a deficiência de A1AT podem ter dificuldades tais como DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica), enfisema, bronquite crônica, asma, tosse e infecções pulmonares frequentes.

Os exames costumam ser feitos quando uma criança apresenta uma inflamação do fígado sem causa certa, ou quando um histórico familiar sugere a doença de fígado causada pela deficiência da proteína A1AT.

O exame mais comum é a medição da quantidade de proteína A1AT na circulação. Em casos de deficiência de A1AT, o nível de A1AT no sangue será baixo. Quando um nível baixo de A1AT é encontrado, exames adicionais costumam ser realizados para identificar os tipos de proteína A1AT anormal que estão na circulação. Em casos raros, pode
ser necessária uma análise mais detalhada do DNA no gene.

A gravidade do inchaço e das lesões hepáticas pode ser definida através de:

(a) uma ecografia abdominal,

(b) exames de sangue específicos sobre inflamação e funcionamento do fígado,

(c) uma biópsia de fígado, onde um pequeno pedaço de tecido do fígado é recolhido e examinado sob o microscópio em busca das mudanças típicas da deficiência de A1AT.

Não há cura para a deficiência de A1AT.

O controle dos sintomas e a tentativa de prevenir o desenvolvimento de complicações são a base do tratamento da deficiência A1AT.

É muito importante que a pessoa afetada e aqueles a seu redor nunca fumem para proteger seus pulmões.

Devem ser tomadas vacinas para proteger o paciente contra vírus que possam causar mais lesões ao fígado, tais como o da Hepatite A e o da Hepatite B.

É difícil prever a gravidade com a qual o fígado será afetado. É necessário fazer exames regulares para verificar o funcionamento do fígado.

Alguns pacientes podem apresentar problemasmínimos de fígado durante toda sua vida; outros pacientes, no entanto, precisarão eventualmente de um transplante de
fígado.

Espera-se que, no futuro próximo, com os avanços da terapia genética, seja possível suprir a falta da proteína ou corrigir o defeito genético.